Nova fábrica de automóveis produzirá 4×4 com motor BMW em ...

Ineos desiste de fábrica de automóveis em Estarreja

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Ineos desiste de fábrica de automóveis em Estarreja

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O que se passa na fábrica de automóveis que vale mais de 1% do PIB?

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A IA e a automação poderiam implodir o capitalismo? A mudança para o socialismo é inevitável?

Alguns fatos:


Agora, considerando os fatos acima, acredito que é inevitável que o capitalismo introduza fábricas e serviços 100% automatizados. A Tesla já está projetando uma fábrica de automóveis 100% automatizada nos EUA. A contabilidade será automatizada. Você não precisará mais contratar um contador para nada. Os carros, como mencionei, serão fabricados principalmente por robôs. As ruas serão limpas por robôs. Caminhões, ônibus e trens serão dirigidos por robôs. etc etc etc

Como o capitalismo se sustentará quando cada vez menos trabalhadores estão sendo pagos para consumir esses bens? A mudança para o socialismo é inevitável? O que pensam?
submitted by bwf456 to SocialismoBrasileiro [link] [comments]

Honda anuncia fim de produção de carros na Argentina a partir de 2020

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Voltar a estudar na Universidade Aberta?!

Boas, gostaria de saber algumas opiniões acerca da Universidade Aberta, em termos de preços e em termos de ensino. Eu tenho 26 anos e já sou licenciado em História pela Universidade de Évora. Acontece que aqui em Évora só arranja trabalho nestas àreas quem tem cunhas ou quem acaba com grandes médias, o que não é o caso. Eu acabei com média de 15 e mal acabei o curso percebi logo que dificilmente iria arranjar trabalho, ainda tentei, fiz estágio curricular e de resto não consegui sequer ir a muitas entrevistas. Ainda comecei mestrado na área mas desisti, porque o mestrado nesta área só serve praticamente para leccionar e a minha especialização é vocacionada para Bibliotecas e Arquivos, e nesta área os mestrados fecharam, devido à fraca oferta de emprego. Assim optei por começar a trabalhar, noutras áreas onde não são pedidas muitas qualificações, andei em supermercados, dei explicações, e estive dois anos numa fábrica de componentes automóveis, decidi vir-me embora pois não me via a fazer aquele trabalho, estava quase a entrar em depressão devido aos turnos rotativos e ao salário precário que recebia de 650 euros. Após procuras de trabalho exaustivas estou a perceber que sem qualificações não se vai a lado nenhum, ainda por cima no alentejo, e estou a pensar estudar na Univ. Aberta um curso diferente, Gestão. Um curso que tem muita saída profissional e um curso que sempre tive algum interesse, porque é diferente e o que é diferente agrada-me. Contudo desconheço a Universidade Aberta, sei que o método de ensino é e-learning e pouco mais...
submitted by ZecaPM to portugal [link] [comments]

PORTARIA 544/2012

A portaria nº 544/2012 define as regras para certificação de Pneus Novos, só sendo permitida a comercialização no Brasil desses produtos após estarem de acordo com os requisitos definidos.
O objetivo desta certificação é garantir a segurança dos produtos, prevenir acidentes e aumento da eficiência energética.

Não tenha problemas, certifique com a YES!

A certificação se torna um problema grande sem auxílio técnico, atrapalhando seu negócio.
Não precisa perder tempo, correr riscos ou ter prejuízos, cuidamos de tudo para você! Somos especialistas em certificação de Pneus Novos, nossa metodologia ágil, combinada com experiência e estrutura, torna seu processo simples e seguro.

Modelos de certificação

Modelo 5 – Análise documental, ensaios nos produtos e auditoria no sistema de gestão da qualidade da fábrica. Validade: 12 meses.

O que deve ser certificado?

É obrigatório a certificação de Pneus Novos destinados a:
Contudo existem exceções, sendo necessário avaliar cada produto com cuidado. Entre em contato conosco e esclareceremos todas as suas dúvidas! https://www.yescert.com.b
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CERTIFICAÇÃO DE PNEUS NOVOS

Certificação de Pneus Novos

Os produtos classificados como Pneus novos, importados ou fabricados nacionalmente, só podem ser comercializados no Brasil após receberem a certificação junto à portaria INMETRO nº 544/2012.
O objetivo desta certificação é garantir a segurança dos produtos, prevenir acidentes e aumento da eficiência energética.

Principais problemas

Sem auxílio técnico e atenção aos detalhes a certificação se torna um problema grande, gerando prejuízos e tirando o foco do seu negócio. Você não precisa perder tempo e correr riscos, cuidamos de tudo para você! Realizamos a certificação dos Pneus novos no menor tempo possível.

Certifique seus Pneus novos com a Yes!

Somos especialistas em certificação de Pneus novos. Nossa metodologia ágil, combinada com experiência, torna seu processo simples e seguro. Você importa e comercializa seus produtos sem dores de cabeça!

Quais produtos são enquadrados na portaria nº 544, de 21/07/2012

É obrigatório a certificação de Pneus novos destinados a:
Contudo existem exceções, sendo necessário avaliar cada produto com cuidado. Entre em contato conosco e esclareceremos todas as suas dúvidas!

Quais os tipos e a validade da certificação?

Modelo 5 – São realizados ensaios nos produtos e uma auditoria presencial na fábrica, avaliando o sistema de gestão da qualidade.
Validade da certificação: 12 meses – Durante o período pode-se fabricar ou importar um número ilimitado de produtos certificados. Após o prazo é necessário realizar o processo de manutenção.
ATENÇÃO: Para todos os modelos de certificação, é necessário realizar uma auditoria de tratamento de reclamações (SAC) anualmente.

Quais os problemas comuns no processo de certificação?


Entre em contato e saiba mais: https://www.yescert.com.br
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CERTIFICAÇÃO DE RODAS AUTOMOTIVAS

Os produtos classificados como Rodas automotivas, importados ou fabricados nacionalmente, só podem ser comercializados no Brasil após receberem a certificação junto à portaria INMETRO nº 445/2010.
O objetivo desta certificação é garantir a segurança dos produtos e prevenir acidentes.

Principais problemas

Sem auxílio técnico e atenção aos detalhes a certificação se torna um problema grande, gerando prejuízos e tirando o foco do seu negócio. Você não precisa perder tempo e correr riscos, cuidamos de tudo para você! Realizamos a certificação de Rodas Automotivas no menor tempo possível.

Certifique suas Rodas Automotivas com a Yes!

Somos especialistas em certificação de Rodas Automotivas. Nossa metodologia ágil, combinada com experiência, torna seu processo simples e seguro. Você importa e comercializa seus produtos sem dores de cabeça!

Quais produtos são enquadrados na portaria nº 445, de 19/10/2010?

É obrigatória a certificação para:

Rodas de aço destinadas a:

Rodas e aros desmontáveis de aço e alumínio destinados a:

Rodas de liga de alumínio destinados a:

Contudo existem exceções, sendo necessário avaliar cada produto com cuidado. Entre em contato conosco e esclareceremos todas as suas dúvidas!

Quais os tipos e a validade da certificação de Rodas Automotivas?

Modelo 5 – São realizados ensaios nos produtos e uma auditoria presencial na fábrica, avaliando o sistema de gestão da qualidade.
Validade da certificação: 12 meses – Durante esse período pode-se fabricar ou importar um número ilimitado de produtos certificados. Após o prazo é necessário realizar o processo de manutenção.
ATENÇÃO: Para todos os modelos de certificação, é necessário realizar uma auditoria de tratamento de reclamações (SAC) anualmente.

Quais os problemas comuns no processo de certificação?


Entre em contato e saiba mais: https://www.yescert.com.b
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PORTARIA 445/2010

A portaria nº 455/2010 define as regras para certificação de Rodas Automotivas, só sendo permitida a comercialização no Brasil desses produtos após estarem de acordo com os requisitos definidos.
O objetivo desta certificação é garantir a segurança dos produtos, prevenindo acidentes no consumo.

Não tenha problemas, certifique com a YES!

A certificação se torna um problema grande sem auxílio técnico, atrapalhando seu negócio.
Não precisa perder tempo, correr riscos ou ter prejuízos, cuidamos de tudo para você! Somos especialistas em certificação de Rodas Automotivas, nossa metodologia ágil, combinada com experiência e estrutura, torna seu processo simples e seguro.

Modelos de certificação

Modelo5 – Análise documental, ensaios nos produtos e auditoria no sistema de gestão da qualidade da fábrica. Validade: 12 meses.

O que deve ser certificado?

É obrigatória a certificação para:

Rodas de aço destinadas a:

Rodas e aros desmontáveis de aço e alumínio destinados a:

Rodas de liga de alumínio destinados a:

Contudo existem exceções, sendo necessário avaliar cada produto com cuidado. Entre em contato conosco e esclareceremos todas as suas dúvidas! https://www.yescert.com.b
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Modernidade, Iluminismo e Revolução Industrial: (portfólio mod4, pt.2)

2ª Revolução Industrial

Características:
“Com tal quantidade de objetos desfilando diante de meus olhos, eu vou ficando aturdido. De todas as coisas que me atraem, nenhuma toca meu coração, embora todas juntas perturbem meus sentimentos, de modo a fazer que eu esqueça o que sou e qual o meu lugar.”
(Rosseau, A nova Heloísa)

Paralelamente ao desenvolvimento industrial surgem os meios de comunicação de massa (jornais, rádio, cinema), mas ainda sem um consumo em massa porque a maioria é iletrada ou não possui condições financeiras de adquirir os aparelhos necessários.

Impactos da Revolução Industrial


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Correntes de pensamento – Século XIX

Liberalismo - deixar a economia livre
David Ricardo - teoria do valor do trabalho = mínimo necessário à sobrevivência do trabalhador. Propõe aplicar a lei da oferta e da procura também ao trabalho; Thomas Malthus - os trabalhadores são pobres porque têm filhos demais;
Socialismo utópico - Saint-Simon, Fourrier e Owen apresentam propostas diferentes de sociedades mais igualitárias que não chegam a ser tentadas ou fracassam pois para instalá-las acreditavam na boa vontade dos capitalistas em reformar o sistema e consertar as desigualdades;
Socialismo científico (marxismo) - Karl Marx e Friedrich Engels partem de uma análise criteriosa da sociedade capitalista e propõem uma revolução operária para abolir a propriedade privada e instaurar o socialismo que aos poucos evoluiria para o comunismo;
Anarquismo - Proudhon, Bakunin, Tolstói e Kropotkin defendem a destruição de toda a forma de poder e opressão: Estado, propriedade privada e família;
Socialismo cristão - papa Leão XIII lança a encíclica Rerum Novarum (1891) opondo-se tanto ao socialismo quanto à exploração capitalista. Apresenta-se como agente de justiça social e exige do Estado a criação de uma legislação trabalhista.

No final do século XIX, as classes trabalhadoras passaram a ter direitos, alguns recursos e tempo livre (12h/dia).


Sistema Capitalista e Indústria Cultural

Lógica da distinção

A indústria estratifica os consumidores determinando quem irá consumir o que, bem como que objeto será consumido
Há um tipo de produto destinado a cada classe social que garante status para quem o possui
O sistema capitalista e o mercado procuram conquistar a “alma” humana, Incentivam também a adoção de hábitos e
padrões de comportamento. Divertir é simultaneamente distrair, ou seja, preencher as horas de lazer fora do trabalho como também desviar o indivíduo das questões relativas a sua vida, a sua própria alienação. Essa é a função narcotizante da indústria cultural que assegura a reprodução do capitalismo.
A tecnologia provocava fascínio e orgulho, levando à vitória de tudo que a fábrica representava desde seu início no século XVIII: a divisão de tarefas, a perda do controle do processo produtivo pelos trabalhadores, a presença opressiva dos patrões, o aumento do lucro, a necessidade de mais mercados e fontes de matéria-prima.
-Implicava, portanto, em relações de dominação.
-A tecnologia não é neutra, nem necessariamente libertadora
Tem consequências ambientais (desmatamento, extinção de espécies, poluição, escassez de recursos, aquecimento global, derretimento das calotas polares, aumento dos oceanos, mudanças climáticas…), sociais (exploração do trabalhador, desemprego…), econômicas (aumento da distinção entre ricos e pobres, crises de superprodução…) e políticas (neocolonialismo, relações de dominação entre países, guerras…).
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O Dedo do Metalúrgico: de Fernandes ou do Lula?

O Dedo do Metalúrgico: de Fernandes ou do Lula?


http://www.administradores.com.binforme-se/artigos/o-metalurgico-que-perdeu-a-ponta-do-dedo/58066/, de 06 de setembro de 2011, às 17h14min

Por Kelly Cavalcanti Gallinari

O DEDO DE FERNANDES – Numa prensa ...

“Fernandes trabalhava na metalúrgica Point S.A, na produção. Seu trabalho era manejar uma máquina de prensa, uma das etapas da fabricação de parafusos específicos que, posteriormente, fariam parte da montagem da lateral de um veículo.

As máquinas deste setor foram trocadas por outras mais modernas. Fernandes e seus colegas reclamaram. Muito. Pra que mexer no que está bom, não é?
Depois de uma semana trabalhando já no novo maquinário, Fernandes, que ainda tinha dificuldades em trabalhar na nova máquina, colocou a peça do lado errado e, ao ligar o equipamento, esta escapou decepando o tampão de um dos dedos da sua mão direita.

Foi um momento desastroso.

Fernandes ficou uma semana de licença-médica.”


Ponto de Vista da Engenharia:

Numa prensa, para fazer cortes ou estampagens de peças, o seu movimento operacional flui em sentido vertical.

A prensa para cortes (que seria mais uma guilhotina) ou estampagens (num modelo em formato “negativo” da peça que irá dar origem a uma porta de veículo, capot ou tampa de porta malas, por exemplos) possui colunas reforçadas para suportar a carga deformadora sobre o aço que irá ser modelado nas peças citadas.

E sua configuração dispõe de uma “pequena janela” de operação e observação, para o operador / estampador, havendo pontos cegos. Hoje as prensas são controladas num ciclo computadorizado e com sensores que inibem sua operação, para evitar acidentes.

As prensas antigas eram “supervisionadas” pela habilidade dos operadores / estampadores, eram sujeitas a acidentes por falta de treinamento, desatenção ou irresponsabilidades temerárias.

Num acidente sobre as mãos do operador / estampador, a linha de “corte ou esmagamento” é sempre quase reta, principalmente, ao se cortar ou estampar peças retilíneas. Assim, se o dedo decepado for o “dedo mindinho” como o do Lula, há uma impossibilidade material, da configuração da linha de corte ou de estampa, somente cortar / esmagar o dedo mindinho. Pois, como o dedo do Lula sofreu “corte” em sua base, seria impossível os outros dedos adjacentes não terem tido algum tipo de corte / esmagamento.

E uma simples regra de operação, por segurança ao operador / estampador, é que se deve sempre usar a sua mão de ação predileta: se ele for destro deve usar a mão direita nas operações de encaixes e de desencaixes de peças. Se ele for canhoto deve usar a sua mão esquerda ...


O DEDO DO LULA – Numa prensa ou num torno mecânico?

Http://webcache.googleusercontent.com/search?Q=cache:a7bp2fsondgj:www.portalbrasil.net/politica_eleicoes_lula.htm+torneiro+mec%C3%a2nico+perdendo+o+dedo+no+torno&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

“Lula começou a vida de trabalhador como engraxate e, aos 12 anos, fez entregas para uma tinturaria. Aos 14 conseguiu seu primeiro emprego com carteira assinada, numa metalúrgica. Mesmo trabalhando 12 horas por dia, Lula ainda arranja tempo para seguir um curso de torneiro mecânico no Senai, concluído em 1963. No ano seguinte, começa a trabalhar na metalúrgica Aliança. Trabalho pesado, no turno da noite. É nessa ocasião que um colega cochila e fecha a prensa transversal sobre a mão esquerda de Lula, que perde o dedo mínimo.” Mas Lula é destro ...


Ponto de Vista da Engenharia:

Se numa prensa, para fazer cortes ou estampagens de peças, o seu movimento operacional flui em sentido vertical, o movimento operacional do torno é de giros rotacionais de seu eixo funcional, para tornear peças por desbaste, pela ação de uma ferramenta de ponta, com altíssima dureza, que avança no sentido radial da peça.

Toda peça produzida por torno mecânico, tem superfície “curva” e de formato cilíndrico, para que o desbaste da massa metálica bruta possa permitir se atingir as dimensões diametrais da peça final.

Sua “janela de operação” é ampla e a proximidade do operador / torneiro é de alta segurança. Não havendo pontos cegos o “monitoramento” do processo de desbaste é supervisionado pelo mesmo.

E é outra impossibilidade material o operador / torneiro perder, num torno mecânico, o seu dedo mindinho, ainda mais da mão de ação não predileta. Lula é destro e o dedo mindinho “decepado” dele foi da mão esquerda ... E assim mesmo os dedos mais “expostos” ao risco seriam o polegar, o indicador e o médio.

Segundo cálculos operacionais, as peças que partem dos blocos brutos (podendo ser de seção quadrada ou cilíndrica), terão um tempo total de desbastes e um tempo total parcial de paradas para o operador / torneiro fazer as medições das peças metálicas em produção. E neste manuseio, de instrumentos de medida, a máquina rotacional do eixo do torno fica parada ...

No filme “LULA, o Filho do Brasil”, a cena em que ele tem o dedo mindinho, da mão esquerda decepado, ocorre numa prensa rudimentar. Afinal, Lula perdeu o seu dedo mindinho, cortado até a base do talo, numa prensa ou num torno mecânico?

Eu conheci o Lula no ABC em São Paulo, no final dos anos 1970 nas fábricas da região, no tumulto de uma de suas greves, como engenheiro de Assistência Técnica da CSN, ajudando as montadoras automobilísticas de lá a desenvolverem a aplicação de aços em peças de automóveis.

O cara não foi contratado nem para porteiro de fábrica. Era sindicalista predador e malandro, que terminou acabando com mais de 200.000 vagas nas empresas locais, pelo estilo do sindicalismo selvagem, para até afrontar os generais (1964 - 1985).
Ainda bem, pois hoje existem fábricas automotivas na Bahia, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso ...

Os metalúrgicos do ABC lambem o saco do Lula. Se derem um tiro no saco dele irão arrebentar um montão de mãos e bocas ... Mas, o pessoal acredita na "honestidade" dele. É bom que apanhem mais ainda da vida dura que eles levam - fizeram suas escolhas. Lamento apenas pelos inocentes ... Por isso, quando posso, faço a divulgação desse texto pequeno.
Lula era cheio de golpes e traía seus "cumpanheiros" começando e encerrando greves, para ganhar "dinheiro" em acordos espúrios - os metalúrgicos eram pura massa de manobra e idiotas "iludidos". E lula gostava de fazer "arrastão", sabotando máquinas e dando bordoadas nos "pelegos fura-greve".
Ele perdeu o dedo em operação descuidada e suspeita. O seguro para a perda de um dedo, pelo critério de riscos e danos, das seguradoras, varia de 2 a 3%, numa indenização "compensatória". Mas, que não produz "aposentadoria", muito menos uma "bem remunerada".

Lula se aposentou nos golpes de sindicalistas e funcionários degenerados do INSS, com um advogado comparsa. Lula já era "cerebralmente inválido", pois conheci torneiros mecânicos que nunca ficaram cegos, nem perderam dedos.
Aliás, para perder um dedo no torno, o cara precisa ser torto e abestado. Mas, é quase impossível que se corte o dedo mindinho, da mão que não lhe é de ação predileta ... num torno mecânico. Se fosse numa prensa ele teria perdido o dedo anelar e provavelmente o seu dedo médio.

Engº Lewton Burity Verri
CREA 74-1-01852-8 UFF – RJ
Copyright © 2011 - Engº Lewton Burity Verri
Ex-Engenheiro Sênior da CSN e Especialista em Metalurgia de Produção
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Ode Triunfal (2ª Parte) - Fernando Pessoa/Álvaro de Campos

(continuação da Primeira Parte http://www.reddit.com/LiteraturaPortuguesa/comments/1r6nn5/ode_triunfal_1%C2%AA_parte_fernando_pessoa%C3%A1lvaro_de/ )
Ó fábricas, ó laboratórios, ó music-halls, ó Luna-Parks,
ó couraçados, ó pontes, ó docas flutuantes —
Na minha mente turbulenta e encandescida
Possuo-vos como a uma mulher bela,
Completamente vos possuo como a uma mulher bela que não se ama,
Que se encontra casualmente e se acha interessantíssima.
Eh-lá-hô fachadas das grandes lojas!
Eh-lá-hô elevadores dos grandes edifícios!
Eh-lá-hô recomposições ministeriais!
Parlamentos, políticas, relatores de orçamentos,
Orçamentos falsificados!
(Um orçamento é tão natural como uma árvore
E um parlamento tão belo como uma borboleta.)
Eh-lá o interesse por tudo na vida,
Porque tudo é a vida, desde os brilhantes nas montras
Até à noite ponte misteriosa entre os astros
E o mar antigo e solene, lavando as costas
E sendo misericordiosamente o mesmo
Que era quando Platão era realmente Platão
Na sua presença real e na sua carne com a alma dentro,
E falava com Aristóteles, que havia de não ser discípulo dele.
Eu podia morrer triturado por um motor
Com o sentimento de deliciosa entrega duma mulher possuída.
Atirem-me para dentro das fornalhas!
Metam-me debaixo dos comboios!
Espanquem-me a bordo de navios!
Masoquismo através de maquinismos!
Sadismo de não sei quê moderno e eu e barulho!
Up-lá hô jockey que ganhaste o Derby,
Morder entre dentes o teu cap de duas cores!
(Ser tão alto que não pudesse entrar por nenhuma porta!
Ah, olhar é em mim uma perversão sexual!)
Eh-lá, eh-lá, eh-lá, catedrais!
Deixai-me partir a cabeça de encontro às vossas esquinas,
E ser levado da rua cheio de sangue
Sem ninguém saber quem eu sou!
Ó tramways, funiculares, metropolitanos,
Roçai-vos por mim até o espasmo!
Hilla! hilla! hilla-hô!
Dai-me gargalhadas em plena cara,
Ó automóveis apinhados de pândegos e de putas,
Ó multidões quotidianas nem alegres nem tristes das ruas,
Rio multicolor anónimo e onde eu me posso banhar como quereria!
Ah, que vidas complexas, que coisas lá pelas casas de tudo isto!
Ah, saber-lhes as vidas a todos, as dificuldades de dinheiro,
As dissensões domésticas, os deboches que não se suspeitam,
Os pensamentos que cada um tem a sós consigo no seu quarto
E os gestos que faz quando ninguém pode ver!
Não saber tudo isto é ignorar tudo, ó raiva,
Ó raiva que como uma febre e um cio e uma fome
Me põe a magro o rosto e me agita às vezes as mãos
Em crispações absurdas em pleno meio das turbas
Nas ruas cheias de encontrões!
Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma,
Que emprega palavrões como palavras usuais,
Cujos filhos roubam às portas das mercearias
E cujas filhas aos oito anos - e eu acho isto belo e amo-o! —
Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escadas.
A gentalha que anda pelos andaimes e que vai para casa
Por vielas quase irreais de estreiteza e podridão.
Maravilhosa gente humana que vive como os cães,
Que está abaixo de todos os sistemas morais,
Para quem nenhuma religião foi feita,
Nenhuma arte criada,
Nenhuma política destinada para eles!
Como eu vos amo a todos, porque sois assim,
Nem imorais de tão baixos que sois, nem bons nem maus,
Inatingíveis por todos os progressos,
Fauna maravilhosa do fundo do mar da vida!
(Na nora do quintal da minha casa
O burro anda à roda, anda à roda,
E o mistério do mundo é do tamanho disto.
Limpa o suor com o braço, trabalhador descontente.
A luz do sol abafa o silêncio das esferas
E havemos todos de morrer, ó pinheirais sombrios ao crepúsculo,
Pinheirais onde a minha infância era outra coisa
Do que eu sou hoje... )
Mas, ah outra vez a raiva mecânica constante!
Outra vez a obsessão movimentada dos ônibus.
E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios
De todas as partes do mundo,
De estar dizendo adeus de bordo de todos os navios,
Que a estas horas estão levantando ferro ou afastando-se das docas.
Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado!
Ó cais, ó portos, ó comboios, ó guindastes, ó rebocadores!
Eh-lá grandes desastres de comboios!
Eh-lá desabamentos de galerias de minas!
Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos!
Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá,
Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões,
Ruído, injustiças, violências, e talvez para breve o fim,
A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa,
E outro Sol no novo Horizonte!
Que importa tudo isto, mas que importa tudo isto
Ao fúlgido e rubro ruído contemporâneo,
Ao ruído cruel e delicioso da civilização de hoje?
Tudo isso apaga tudo, salvo o Momento,
O Momento de tronco nu e quente como um fogueiro,
O Momento estridentemente ruidoso e mecânico,
O Momento dinâmico passagem de todas as bacantes
Do ferro e do bronze e da bebedeira dos metais.
Eia comboios, eia pontes, eia hotéis à hora do jantar,
Eia aparelhos de todas as espécies, férreos, brutos, mínimos,
Instrumentos de precisão, aparelhos de triturar, de cavar,
Engenhos, brocas, máquinas rotativas!
Eia! eia! eia!
Eia electricidade, nervos doentes da Matéria!
Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do Inconsciente!
Eia túneis, eia canais, Panamá, Kiel, Suez!
Eia todo o passado dentro do presente!
Eia todo o futuro já dentro de nós! eia!
Eia! eia! eia!
Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita!
Eia! eia! eia! eia-hô-ô-ô!
Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me.
Engatam-me em todos os comboios.
Içam-me em todos os cais.
Giro dentro das hélices de todos os navios.
Eia! eia-hô! eia!
Eia! sou o calor mecânico e a electricidade!
Eia! e os rails e as casas de máquinas e a Europa!
Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia!
Galgar com tudo por cima de tudo! Hup-lá!
Hup-lá, hup-lá, hup-lá-hô, hup-lá!
Hé-la! He-hô! Ho-o-o-o-o!
Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z!
Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!
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Uma Fábrica de Automóveis quase Nossa! Automóvel, saiba como se faz um carro: produção e ... Brasil abre temporada de novas fábricas de automóveis ... INCRÍVEL COMO SE FABRICA AUTOMÓVEIS VÍDEO 3° Linha de Produção da Fábrica da Volkswagem

A fábrica de automóveis que é o retrato da crise do setor. Pronta desde 2015, unidade da Honda só iniciou operação em 2019; na pandemia, voltou a fechar. Cleide Silva A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – ANFAVEA – é a entidade que reúne as empresas fabricantes de autoveículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) e máquinas agrícolas (tratores de rodas e de esteiras, colheitadeiras e retroescavadeiras) com instalações industriais e produção no Brasil ... Uma fábrica de automóveis produz carros A e B nas versões Sedan, Hatch, SUV. na montagem desses carros são utilizadas as peças X, Y e Z.Para certo plano de montagem são fornecidas as seguintes tabelas: para o planejamento da composição de pecas por tipo de carro, que matriz deve ser usada? Uma fábrica de automóveis atribui numeração de 1 a 1000 aos carros produzidos com o objetivo de identificar o destino e o grau de urgência do envio. Sabe-se que os carros com numeração par serão enviados para o Nordeste e os carros numerados com múltiplos de 7 deverão ser enviados com a máxima urgência. A fábrica de automóveis que é o retrato da crise do setor Pronta desde 2015, unidade da Honda só iniciou operação em 2019; na pandemia, voltou a fechar. Cleide Silva, O Estado de S. Paulo .

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Uma Fábrica de Automóveis quase Nossa!

Caso queira poderá nos agradecer mais tarde – Neste momento VOCÊ está prestes a DESCOBRIR um conteúdo EXCLUSIVO que nosso time separou ESPECIALMENTE para VOC... Regras para comercialização de carros começam a dar resultado no país Veja a apresentação dos processos de produção e controle em uma fábrica de automóveis. ¿Te has preguntado qué aspecto tiene una fábrica de Mercedes y cómo se produce un coche alemán? Este es un vídeo que muestra todo el proceso de producción de... PLANTA VOLKSWAGEN AUDI DO PARANÁ. This video is unavailable. Watch Queue Queue

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