Primopeças Comércio de Peças e Acessórios Auto

A importância dos cativos no capitalismo colonial

No início no capitalismo colonial brasileiro e latino-americano uma forma de obter meios de produção (mão de obra escrava) que, na Europa, pertence inteiramente à Antiguidade - a guerra de captura.
Muitos falam da importância do escravo traficado da África no nascimento do capitalismo. No entanto, no Brasil também ocorrem raides escravagistas, ataques com objetivo de transformar índios em escravos.
Embora na Europa tenham convivido o capitalismo e a servidão (tecnicamente considerada trabalho análogo à escravidão por grupos de defesa dos direitos humanos, quando ainda acontece modernamente), as incursões de captura não tinham mais importância econômica para a Europa há mais de mil anos quando Marx escreveu o Capital. Elas haviam sido, no entanto, um dos motores econômicos da Roma antiga e das outras economias do Mediterrâneo, da Europa e do Oriente Médio.
Nos Estados Unidos a guerra genocida entre os europeus migrantes e os nativos não faz cativos.
Nas colônias dos países católicos a escravização da população nativa é abertamente combatida pela igreja (enquanto o tráfico de escravizados africanos é ignorado). Ainda assim, é vista como tamanha oportunidade de enriquecimento que bandeirantes não hesitam em invadir missões católicas e escravizar os índios cristianizados.
O que significava, econômica e politicamente, obter mão de obra escravizada através da guerra, e não só do comércio, como ocorre na América inglesa?
submitted by nerak33 to BrasildoB [link] [comments]

Compra de carro usado pela primeira vez na vida

Bom dia, /b/rasil. Hoje efetuei a primeira compra de veículo automotivo da minha vida. Como marinheiro de primeira viagem tenho muito medo de ter sido passado pra trás e queria pedir conselho aos companheiros que já compraram e venderam carro antes.

Pra ilustrar a questão, eu tinha um Palio 2001 16v 1.0 com direção hidráulica. Pela FIPE ele saía por R$8000 e pouco, mas tem vários amassados na lataria. Eu esperava conseguir uns R$6k nele, na troca por outro usado. Fui num comércio de usados e o cara queria me dar R$5k e as parcelas no cartão teriam uns juros fodas demais.

Depois fui numa concessionária de marca, grande, que trabalha com usados e troca. Lá, ofereceram R$7k no usado na venda de um Gol 1.0 8v completo 2009. Me ofereceram R$21900. As condições de entrada e parcelamento eram perfeitas pra mim, comprei o carro.

No momento da compra, eu assinei a ordem de serviço interna deles. Estava com uma pulga atrás da orelha porque o valor do Gol na FIPE era bem menor do que isso, bem menor mesmo, mas revenda, carro completo, essas coisas. Só que na ordem de serviço listava o preço do carro como R$19700 e do meu, R$4800. Fiquei putaço, perguntei pro vendedor o que significava isso, e ele disse que eram questões de imposto, que meu carro tinha saído R$7800 na troca no final, e levou as duas vias da OS, uma assinada por mim e outra não assinada.

Essa é a minha dúvida principal, caras. Tudo bem, vendedor de loja de usados ganha comissão. O que significa essa discrepância nos valores? Eu pedi ao vendedor a via não assinada daquele documento, pra eu manter, e ele disse "uhum, já volto". Depois veio uma moça lá de dentro do administrativo, dizer que infelizmente não poderia me dar acesso, que era um documento interno da loja, Ordem de Serviço, mas que iria me dar a NF (ainda não chegou pelo e-mail, estou aguardando). O carro em si está bem satisfatório pra nós, tudo em cima, é uma delícia passar a marcha. O nosso outro estava com a marcha toda fodida, os freios e até o motor dava umas falhadas de vez em quando. Mas eu tenho medo de ter sido trouxa. Fui trouxa?
tl,dr primeira compra de carro usado, o quanto fui trouxa?
submitted by St_Potatoes to brasil [link] [comments]

114 anos de Ayn Rand

Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto de esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra; por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo a seu redor existem homens que não traem aquele princípio moral que é a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a plantar trigo. Tente obter alimentos usando apenas movimentos físicos, e descobrirá que a mente do homem é a origem de todos os produtos e de toda a riqueza que já houve na terra. Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força o senhor se refere? Não é à força das armas nem dos músculos. A riqueza é produto da capacidade humana de pensar. Então o dinheiro é feito pelo homem que inventa um motor em detrimento daqueles que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos preguiçosos? O dinheiro é feito – antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores – pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de sua capacidade. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro baseia-se no axioma de que todo homem é proprietário de sua mente e de seu trabalho. O dinheiro não permite que nenhum poder prescreva o valor do seu trabalho, senão a escolha voluntária do homem que está disposto a trocar com você o trabalho dele. O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, e nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias. O dinheiro exige o reconhecimento de que os homens precisam trabalhar em benefício próprio, e não em detrimento de si próprio; para lucrar, não para perder; de que os homens não são bestas de carga, que não nascem para arcar com o ônus da miséria; de que é preciso oferecer-lhes valores, não dores; de que o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana; exige que o senhor compre não o pior que os outros oferecem, mas o melhor que o seu dinheiro pode comprar. E, quando os homens vivem do comércio – com a razão e não à força, como árbitro irrecorrível –, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade – e o grau da produtividade de um homem é o grau de sua recompensa. Este é o código da existência cujo instrumento e símbolo é o dinheiro. É isto que o senhor considera mau? Mas o dinheiro é só um instrumento. Ele pode levá-lo aonde o senhor quiser, mas não pode substituir o motorista do carro. Ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria desejos. O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da causalidade – os homens que tentam substituir a mente pelo seqüestro dos produtos da mente. O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer; não lhe dá um código de valores se ele não tem conhecimento a respeito de valores, e não lhe dá um objetivo, se ele não escolhe uma meta. O dinheiro não compra inteligência para o estúpido, nem admiração para o covarde, nem respeito para o incompetente. O homem que tenta comprar o cérebro de quem lhe é superior para servi-lo, usando dinheiro para substituir seu juízo, termina vítima dos que lhe são inferiores. Os homens inteligentes o abandonam, mas os trapaceiros e vigaristas correm a ele, atraídos por uma lei que ele não descobriu: o homem não pode ser menor do que o dinheiro que ele possui. É por isso que o senhor considera o dinheiro mau? Só o homem que não precisa da fortuna herdada merece herdá-la – aquele que faria sua fortuna de qualquer modo, mesmo sem herança. Se um herdeiro está à altura de sua herança, ela o serve; caso contrário, ela o destrói. Mas o senhor diz que o dinheiro corrompeu. Foi mesmo? Ou foi ele que corrompeu seu dinheiro? Não inveje um herdeiro que não vale nada; a riqueza dele não é sua, e o senhor não teria tirado melhor proveito dela. Não pense que ela deveria ser distribuída; criar cinqüenta parasitas em lugar de um só não reaviva a virtude morta que criou a fortuna. O dinheiro é um poder vivo que morre quando se afasta de sua origem. O dinheiro não serve à mente que não está a sua altura. É por isso que o senhor o considera mau? O dinheiro é o seu meio de sobrevivência. O veredicto que o senhor dá à fonte de seu sustento é o veredicto que o senhor dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena a sua própria existência. O seu dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humana? O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que eles lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que o senhor não respeita? Neste caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade. Todas as coisas que o senhor adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha. Então o senhor dirá que o dinheiro é mau. Mau porque ele não substitui seu amor-próprio? Mau porque ele não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? É este o motivo de seu ódio ao dinheiro?
Discurso sobre dinheiro de Francisco d’Anconia em “A Revolta de Atlas”, de Ayn Rand, 1957
submitted by Intervigilium to brasilivre [link] [comments]

Íntegra do programa "Nome Limpo" de Ciro convertido de PDF para texto

Programa Nome Limpo - Seu nome fora do SPC

Nos últimos dois governos, o Brasil gastou 354 bilhões de reais para perdoar a dívida de empresas e empresários com a Receita Federal e a Previdência, por meio do REFIS - Refinanciamento de Dívidas Fiscais.
Ora, se pode ajudar as empresas e os ricos, o Governo também pode ajudar os mais pobres e a classe média a limpar o nome para reativar a economia.

1. Limpar o nome dos brasileiros que estão no SPC é possível?

Sim. A proposta de Ciro Gomes de ajudar a limpar o nome das pessoas no SPC e na Serasa não é difícil de fazer. Ciro vem estudando o assunto há mais de um ano. Geralmente, são pessoas que compraram no cartão de crédito ou fizeram um crediário e foram surpreendidas pela crise, perderam o emprego ou viram sua renda diminuir. Atrasaram o pagamento e as contas subiram que nem foguete, por causa dos juros absurdos. Aí não conseguiram mais pagar, perderam o crédito e foram parar no SPC e na Serasa.

2. Quem vai poder participar do programa nome limpo?

Todas as pessoas que estavam com os seus nomes no SPC e na Serasa até o dia 20 de julho de 2018, data em que Ciro lançou a proposta.
Ou seja: quem fez ou fizer dívidas depois dessa data não poderá ser incluído no Programa Nome Limpo.

3. Como o programa Nome Limpo vai funcionar?

E simples de entender. A dívida média de cada brasileiro que está com o nome sujo é de R$ 4.200,00. Mas cerca de 80% disso é juro sobre juro, multa, comissão de permanência e outras taxas. Ciro Presidente vai utilizar a força do Governo Federal para negociar essas dívidas com os credores (cartões de crédito, bancos, concessionárias de serviços públicos, lojas etc.), conseguir o máximo de desconto e derrubar esse valor para cerca de R$ 1.400,00 - um desconto médio de quase 70% na dívida. Essa negociação, aliás, já vem acontecendo de forma individual nos feirões do SPC e da Serasa.

4. Se a renegociação das dívidas já está acontecendo nos feirões do spc e da serasa, por que ciro vai entrar nesse assunto?

Primeiro, porque em vez de cada devedor negociar sua dívida individualmente, o que nem sempre é possível, o Governo tem a capacidade de organizar uma negociação coletiva, em nome de milhões de pessoas, o que facilita a negociação e torna mais rápida a solução do problema. Segundo, porque nos feirões do SPC e da Serasa, a dívida que sobra depois dos descontos negociados por cada devedor tem que ser paga à vista, e a maioria das pessoas, devido à crise, não está atualmente em condições de quitar o pagamento de uma vez só. Foi justamente para facilitar a negociação e a quitação do saldo devedor, permitindo que as pessoas possam limpar o nome, que Ciro criou o Programa Nome Limpo.

5. É o governo que vai pagar as dívidas das pessoas?

Não. Será um financiamento. Em conjunto com a renegociação das dívidas intermediada pelo Governo Federal, será aberta uma linha de crédito no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal e em outros bancos públicos ou privados que desejarem participar do programa, para que as pessoas possam parcelar suas dívidas, já com o desconto dos juros e multas, em até 36 vezes e com três meses de carência para começara pagar. Como a dívida média de cada brasileiro, sem os juros absurdos, é de aproximadamente R$ 1.400,00, cada parcela ficará abaixo de R$ 40,00 por mês.
A partir do momento em que a pessoa assinar o contrato de parcelamento da dívida, o seu nome já será retirado do cadastro negativo.

6. E o que acontecerá se as pessoas não pagarem o parcelamento feito pelo governo? O governo vai perder dinheiro?

Não. O Programa Nome Limpo vai organizar os devedores em grupos de 5 ou 10 pessoas, que se responsabilizam umas pelas outras.
É o sistema de Aval Solidário. Se uma pessoa do grupo não pagar a sua prestação, os outros membros se responsabilizam pelo pagamento. O Aval Solidário já existe em diversas experiências bem-sucedidas de microcrédito. Aqui no Brasil, um dos exemplos mais antigos é o Programa CrediAmigo, do Banco do Nordeste (BNB), que funciona há muitos anos e tem uma taxa de inadimplência muito baixa, da ordem de 1,4%.

7. Por que o programa Nome Limpo é importante?

Além de devolver a dignidade aos 63 milhões de brasileiros que hoje estão enfrentando a humilhação de estar com o nome sujo, o Programa Nome Limpo vai dar um grande impulso à economia, trazendo de volta para o consumo milhões e milhões de famílias.
O consumo das famílias é um dos principais motores da economia.
Quando as famílias consomem, o comércio vende, a indústria produz, os empregos são criados, o Governo arrecada e a economia cresce. É aquela história: quando a economia melhora, tudo melhora!

Fontes

Notas

submitted by renaum to brasil [link] [comments]

PALETES EM INDAIATUBA - NOVOS E USADOS | ABN Paletes

Oferecemos uma ampla variedade em paletes novos e usados, que podem ser utilizados com segurança para o transporte de diversos tipos de materiais, em vários segmentos da indústria ou comércio. Nossa equipe preza pela qualidade na confecção de todas as peças, para que cada unidade tenha a melhor utilidade para a sua empresa, tenha um custo acessível e consiga superar todas as suas expectativas.
Os paletes em Indaiatuba confeccionados pelos nossos profissionais possuem dimensões e propriedades verificadas e cuidadas a todo o tempo, e são uma resposta definitiva à sua procura. Garantimos a qualidade e a resistência dos nossos paletes, e um custo-benefício excepcional para a sua empresa. Somos especialistas e trabalhamos com os melhores materiais, e personalizamos os paletes novos e usados de acordo com as necessidades de cada cliente.

PRINCIPAIS UTILIZAÇÕES

Os paletes em Indaiatuba são utilizados em larga escala em toda a indústria e comércio mundial para a oferecer agilidade e redução de custos no transporte de cargas e em operações logísticas de forma geral. São itens essenciais em indústrias alimentícias, farmacêuticas, têxteis, entre outras, estando presente nos principais depósitos e armazéns.

PEDIDOS

Atendemos pequenas, médias e grandes empresas, fornecendo paletes de qualidade com responsabilidade e prazo, reduzindo de forma significativa os gastos e facilitando qualquer tipo de transporte. Nosso atendimento é personalizado, e recebemos pedidos especiais em quantidade e tipo de paletes, para que eles se adaptem e se estabeleçam na sua operação. A escolha das dimensões e dos tipos de paletes pode ser realizada pelo cliente, atendendo sem ressalvas necessidades comerciais específicas.

DESCRIÇÃO

O uso de paletes de madeira novos e usados é de extrema importância para qualquer empresa com necessidades logísticas de armazenamento e transporte. Paletes de madeira novos possuem garantia de durabilidade e resistência, sendo que a reposição será minimizada ao longo do tempo, ao passo que trazem todos os benefícios em segurança e manutenção das propriedades do produto transportado. São itens práticos e simples, que se apresentam como uma solução completa e definitiva.

VANTAGENS DO PALETES EM SUZANO

A obtenção dos nossos paletes novos ou usados significa um avanço para as operações logísticas ou qualquer processo que envolva o transporte de material ou armazenagem e estocagem de produtos. Suas vantagens nessa utilização são muitas, mas enumeramos aqui as principais:

MATERIAL

Os paletes de madeira são confeccionados em madeiras de qualidade superior, selecionadas especialmente para obter a máxima resistência e durabilidade. A madeira é extraída de forma legal e de acordo com as normas do IBAMA, o que garante sua qualidade e possibilidade de reposição na natureza.
Ainda sim, buscamos na madeira o baixo custo necessário para que a confecção de cada palete possa se encaixar no orçamento do seu negócio. Todos os paletes em Indaiatuba são o que há de melhor na fabricação desses itens, de resistência indiscutível, boa impermeabilidade, com o peso e as dimensões ideais para qualquer tipo de operação.

PALETES EM INDAIATUBA

O município de Indaiatuba Pertence à Mesorregião e Microrregião de Campinas. Além disso, a cidade vem aumentando seu pólo industrial nos últimos anos, principalmente devido à vinda de grandes empresas de outras cidades do estado de São Paulo.
Diante deste cenário econômico com muitos comércios e grandes indústrias, é fundamental contar com uma empresa que facilite o transporte e organização de mercadorias. Assim, o uso de paletes em Indaiatuba é uma excelente escolha para otimizar a produção e a logística de seu negócio. Por isso, conte com o apoio da ABN Paletes em Indaiatuba, seja na produção de qualquer tipo de paletes novos e usados, na assessoria e no transporte.

CONHECENDO INDAIATUBA

Indaiatuba é um município localizado no interior do estado de São Paulo e distante a 102 km da capital. Atualmente, ocupa uma área de 311,5 km².
Em 2014, o produto interno bruto per capita foi de 53.215 reais. Além disso, dentro do setor econômico, Indaiatuba é um importante centro industrial, e em termos de estabelecimentos, predomina-se o setor automotivo como a Toyota Motor do Brasil, campo de provas da General Motors e a Honda.
Vale apresentar também, os principais pontos turísticos, como o Parque Ecológico, Bosque do Saber, Casarão Pau Preto e muito mais. Precisa de Paletes em Indaiatuba - SP? Faça um Orçamento Online!

Conheça a ABN Paletes: https://www.abnpaletes.com.b
submitted by Amanda3exceler to u/Amanda3exceler [link] [comments]

Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
submitted by Spookycliquebr to u/Spookycliquebr [link] [comments]

[Discussão] Por que a esquerda e os liberais se odeiam, sendo que tem ideais tão próximos?

Primeiramente desculpe pela generalização de "esquerda" e "liberais". Eu sei que existem correntes com alguns pensamentos diferentes nesses grupos, mas vou tratar aqui como um grupo generalizado.
No que tange políticas públicas, os dois grupos buscam maximizar o bem estar do povo (não confundir com welfare state) . Mas apesar disso, vemos embates em questões que deveriam haver mais unicidade entre os dois grupos. Aqui no Brasil em particular, há um amplo debate sobre protecionismo, apesar de haver diversos exemplos de como a abertura comercial e a globalização agem como motores de desenvolvimento econômico e social. Esse é um ponto que o debate fora do Brasil conseguiu convergir entre a esquerda e a direita. Quase não há mais luta contra o livre comércio, sendo as raras exceções encontradas em extremistas como Le Pen.
Inclusive, o protecionismo era um ponto que até mesmo Marx criticava:
Gentlemen, - The Repeal of the Corn Laws in England is the greatest triumph of Free Trade in the nineteenth century. In every country where manufacturers discuss Free Trade, they have in mind chiefly Free Trade in corn or raw material generally. To burden foreign corn with protective duties is infamous, it is to speculate on the hunger of the people.
Cheap food, high wages, this is the sole aim for which English free-traders have spent millions, and their enthusiasm has already spread to their brethren on the Continent. Generally speaking, those who wish for free trade desire it in order to alleviate the condition of the working class.
Outro ponto que acredito que poderia haver maior concordância: Privatização. O modelo de privatização proposto por Milton Friedman é bem semelhante a "entregar os meios de produção à classe trabalhadora". Uma citação do ensaio "Using The Market for Social Development":
"Minha própria forma favorita de privatização não é vender participação acionária, mas dar as empresas possuídas pelo governo aos cidadãos. Quem, eu pergunto aos oponentes, possui as empresas estatais? A resposta invariavelmente é, “O público”. Bem, então por que não fazer disso uma realidade ao invés de floreio retórico? Configure-a como uma corporação privada, e dê a cada cidadão um ou uma centena de ações/quotas nela. Deixe-os livres para comprar ou vender suas ações/quotas. As ações/quotas iriam para as mãos dos empreendedores que poderia manter a empresa, por exemplo, o sistema postal, como uma única entidade se for mais rentável fazê-lo ou dividi-la no número de entidades que parecesse mais rentável.”
Esses são apenas alguns pontos na questão econômica. Ainda há apoio liberal à questões como programas de transferência de renda para aliviar os mais pobres (como o bolsa família), legalização da maconha, direitos lgbt, etc.
tl;dr:Não digo que a esquerda e os liberais devem concordar sempre. Não é esse o meu ponto. Eu pergunto: por que a gente não vê uma união dos grupos nesses assuntos que eles tem em comum (ou nos pontos que são pelo menos semelhantes)?
submitted by O_abysswalker to brasil [link] [comments]

Ode Triunfal (1ª Parte) - Fernando Pessoa/Álvaro de Campos

À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica
Tenho febre e escrevo.
Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,
Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.
Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!
Em fúria fora e dentro de mim,
Por todos os meus nervos dissecados fora,
Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto!
Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,
De vos ouvir demasiadamente de perto,
E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso
De expressão de todas as minhas sensações,
Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas!
Em febre e olhando os motores como a uma Natureza tropical —
Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força —
Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro.
Porque o presente é todo o passado e todo o futuro
E há Platão e Virgíllo dentro das máquinas e das luzes eléctricas
Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão,
E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinqüenta,
Átomos que hão-de ir ter febre para o cérebro do Ésquilo do século cem,
Andam por estas correias de transmissão e por estes êmbolos e por estes volantes,
Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando,
Fazendo-me um excesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma.
Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!
Ser completo como uma máquina!
Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo!
Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,
Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento
A todos os perfumes de óleos e calores e carvões
Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!
Fraternidade com todas as dinâmicas!
Promíscua fúria de ser parte-agente
Do rodar férreo e cosmopolita
Dos comboios estrênuos.
Da faina transportadora-de-cargas dos navios.
Do giro lúbrico e lento dos guindastes,
Do tumulto disciplinado das fábricas,
E do quase-silêncio ciciante e monótono das correias de transmissão!
Horas européias, produtoras, entaladas
Entre maquinismos e afazeres úteis!
Grandes cidades paradas nos cafés,
Nos cafés — oásis de inutilidades ruidosas
Onde se cristalizam e se precipitam
Os rumores e os gestos do Útil
E as rodas, e as rodas-dentadas e as chumaceiras do Progressivo!
Nova Minerva sem-alma dos cais e das gares!
Novos entusiasmos de estatura do Momento!
Quilhas de chapas de ferro sorrindo encostados às docas,
Ou a seco, erguidas, nos planos-inclinados dos portos!
Atividade internacional, transatlântica, Canadian-Pacific!
Luzes e febris perdas de tempo nos bares, nos hotéis,
Nos Longchamps e nos Derbies e nos Ascots,
E Piccadillies e Avenues de l'Opéra que entram
Pela minh'alma dentro!
Hé-lá as ruas, hé-lá as praças, hé-lá-hô la foule!
Tudo o que passa, tudo o que pára às montras!
Comerciantes; vários; escrocs exageradamente bem-vestidos;
Membros evidentes de clubes aristocráticos;
Esquálidas figuras dúbias; chefes de família vagamente felizes
E paternais até na corrente de oiro que atravessa o colete
De algibeira a algibeira!
Tudo o que passa, tudo o que passa e nunca passa!
Presença demasiadamente acentuada das cocotes
Banalidade interessante (e quem sabe o quê por dentro?)
Das burguesinhas, mãe e filha geralmente
Que andam na rua com um fim qualquer;
A graça feminil e falsa dos pederastas que passam, lentos;
E toda a gente simplesmente elegante que passeia e se mostra
E afinal tem alma lá dentro!
(Ah, como eu desejaria ser o souteneur disto tudo!)
A maravilhosa beleza das corrupções políticas,
Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos,
Agressões políticas nas ruas,
E de vez em quando o cometa dum regicídio
Que ilumina de Prodígio e Fanfarra os céus
Usuais e lúcidos da Civilização quotidiana!
Notícias desmentidas dos jornais,
Artigos políticos insinceramente sinceros,
Notícias passez à-la-caisse, grandes crimes—
Duas colunas deles passando para a segunda página!
O cheiro fresco a tinta de tipografia! * Os cartazes postos há pouco, molhados!*
Vients-de-paraître amarelos como uma cinta branca!
Como eu vos amo a todos, a todos, a todos,
Como eu vos amo de todas as maneiras,
Com os olhos e com os ouvidos e com o olfato
E com o tacto (o que palpar-vos representa para mim!)
E com a inteligência como uma antena que fazeis vibrar!
Ah, como todos os meus sentidos têm cio de vós!
Adubos, debulhadoras a vapor, progressos da agricultura!
Química agrícola, e o comércio quase uma ciência!
Ó mostruários dos caixeiros-viajantes,
Dos caixeiros-viajantes, cavaleiros-andantes da Indústria,
Prolongamentos humanos das fábricas e dos calmos escritórios!
Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó últimos figurinos!
Ó artigos inúteis que toda a gente quer comprar!
Olá grandes armazéns com várias seções!
Olá anúncios eléctricos que vêm e estão e desaparecem!
Olá tudo com que hoje se constrói, com que hoje se é diferente de ontem!
Eh, cimento armado, beton de cimento, novos processos!
Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos!
Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos!
Amo-vos a todos, a tudo, como uma fera.
Amo-vos carnivoramente,
Pervertidamente e enroscando a minha vista
Em vós, ó coisas grandes, banais, úteis, inúteis,
Ó coisas todas modernas,
Ó minhas contemporâneas, forma atual e próxima
Do sistema imediato do Universo!
Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus!
(Continua na Segunda Parte http://www.reddit.com/LiteraturaPortuguesa/comments/1r6nr1/ode_triunfal_2%C2%AA_parte_fernando_pessoa%C3%A1lvaro_de/ )
submitted by Maromi to LiteraturaPortuguesa [link] [comments]

Electronic Basics #18: DC & Brushless DC Motor + ESC - YouTube How Brushless Motor and ESC Work and How To Control them ... Motor Inyeccion - componentes - YouTube TESTE DE DINAMOMETRO EM MOTOR CC Cómo motorizar una persiana con motor tubular - LEROY ...

BEM VINDO À MOTOR 9. Somos assumidamente uma empresa envolvida com os nossos clientes, com enfoque na resposta aos seus interesses e necessidades. Desde 2004 integrados no grupo EVT, empresa carismática da Região cuja longevidade ultrapassou já as seis décadas, temos pautado a nossa gestão e atividade por uma postura alicerçada na seriedade e no compromisso, fatores chave para o sucesso ... Motor. Serviços Distribuição. O rápido serviço de entrega ao domicílio é um dos pontos mais fortes da Primopeças. w. Balcão. O atendimento ao balcão permite que o cliente identifique e compre as peças na hora. ... Dados gerais de MOTEVORA - COMÉRCIO DE VEÍCULOS MOTORIZADOS, LDA . Encontre mais informação empresarial da MOTEVORA - COMÉRCIO DE VEÍCULOS MOTORIZADOS, LDA.MOTEVORA - COMÉRCIO DE VEÍCULOS MOTORIZADOS, LDA é uma sociedade registada nos organismos oficiais como LDA. Desde a data de constituição, esta empresa tem estado a exercer a sua atividade por mais de 10 anos. Estrada Nacional 1 – IC2, nº1 - Cheganças 2580-381 Alenquer 263738282 966818056 [email protected] Victocar - Comércio de Automóveis. Stand Monção, Viana do Castelo. Bem vindos ao stand Victocar, um lugar confiável para fazer os melhores negócios de venda de automóveis. Nós negociamos tanto carros novos como usados, de todos os anos modelos e marcas. Só trabalhamos com veículos nacionais.

[index] [2851] [247] [114] [8047] [2306] [7504] [5987] [1104] [2444] [5336]

Electronic Basics #18: DC & Brushless DC Motor + ESC - YouTube

Share your videos with friends, family, and the world Oi gente, tudo bem? No vídeo de hoje eu fui garimpar no ferro velho PAPA FERRO e achei muita coisa legal espero que gostem Não esqueçam de inscreverem-se no ... Batista MANUTENÇÃO COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA 82 views 1:57 DINAMÔMETRO MBB serie 500 ACTROZ 392CV 180,89KGF Documentario e teste motor - Duration: 40:07. Check the RIGOL DS1054Z Oscilloscope from Banggood: http://bit.ly/2SmmyPq Arduino code, circuit, parts list and more details https://howtomechatronics.com/... mwm 229 turbo e inter cooler original, no motor grande comercio de peÇas para automÓveis e camionetes.

https://forex-turck.cracowmining.pw